quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Como um líder pode motivar sua equipe sem estímulo financeiro?

Em tempos de crise econômica, muitas empresas quebram a cabeça para encontrar formas de motivar as pessoas que integram seus times. Isso acontece porque grande parte delas está acostumada a promover a felicidade por meio de recompensas financeiras. Mas será mesmo que essa é a única forma de fazer com que um colaborador se sinta motivado e engajado?
A resposta para essa pergunta é não, por mais estranho que isso possa parecer. Claro que dinheiro é importante e as pessoas valorizam e precisam disso, porém, existem várias outras formas de motivar as equipes.
O primeiro ponto importante para motivar e engajar as pessoas é trabalhar a liderança e a equipe, como um todo, para aumentar o nível de confiança na empresa e entre as pessoas. Para que isso seja possível, é fundamental entender que confiança não se ganha na declaração, mas em um processo de construção que envolve comportamentos consistentes. Ou seja, basicamente, é preciso ter coerência entre fala e prática: falar o que se faz e fazer o que se fala.
A segunda coisa que uma empresa pode fazer para que as pessoas se sintam mais felizes tem a ver com empoderamento, ou seja, elas querem poder vir inteiras para o trabalho, poder ser quem elas são e ter mais autonomia no seu dia a dia, para decidir quando, onde e com o que trabalhar.
Por último, mas não menos importante, está o valor do aprendizado e existem muitas formas de se trabalhar essa questão na empresa. Uma delas é por meio de treinamentos, que podem ser no estilo mais formal, ou não. Imagine como pode ser gratificante para o time interno se a organização opta por usar aquilo que as equipes já conhecem, já sabem e podem ensinar para mais gente. Além de ser eficiente é recompensador para as pessoas envolvidas.
Como você pode ver não é tão difícil fazer com que o time se sinta feliz e motivado, mesmo que não aja recompensas financeiras. Muito mais que dinheiro, as pessoas querem sentir que há um propósito naquilo que fazem, que o tempo que dedicam ao trabalho trará satisfação pessoal, ou seja, elas querem ter certeza de que tudo o que fazem tem algum sentido.
Olhe mais para o seu time e perceba o que está faltando para que o engajamento se instaure e a motivação aconteça. Quando você fizer isso, será muito mais fácil entender quais ações são necessárias para fazer as pessoas mais felizes.

Fonte: Exame e http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/como-um-lider-pode-motivar-sua-equipe-sem-estimulo-financeiro/

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Tecnologia ajuda empresas a reduzir gastos com combustíveis

Solução logística lançada pela HBSIS em agosto contribui para a otimização das rotas e promove economia de até 6%

O governo federal publicou recentemente um decreto que elevou as alíquotas de PIS/Cofins que incidem sobre gasolina, diesel e etanol. A medida, uma tentativa para alcançar a meta fiscal, atinge principalmente as empresas de logística. A tributação sobre o diesel, por exemplo, subiu em R$ 0,21 e ficou em R$ 0,46 por litro do combustível.
Repassar o valor inteiramente no frete pode comprometer as vendas, portanto as empresas estão em busca de alternativas para economizar e equilibrar as contas do mês. A tecnologia pode ser uma importante aliada para garantir eficiência no processo de entrega de mercadorias.
Desenvolvidas com o objetivo de facilitar os processos e deixar o cliente final satisfeito, tecnologias como o roteirizador permitem aprimorar percursos, economizar combustível e reduzir tempo de entregas. Uma solução especializada em roteirização compõe a plataforma de soluções logísticas desenvolvida pela HBSIS, empresa catarinense que foi apresentada no Agenda Confenar 2017.
A ferramenta utiliza um algoritmo especializado para criar rotas mais inteligentes e reduzir o tempo de percurso, evitando atrasos e potencializando o recurso das distribuidoras. Junto a outras seis soluções integradas, ela contribui para o aprimoramento da gestão dos processos, que vão do armazém até a entrega final dos produtos.
A atuação do roteirizador vai bem além de um simples GPS. Ele programa todos os percursos necessários de forma a otimizar o trajeto, considerando as especificidades de cada mercadoria, as janelas de entrega, os horários de atendimento e o volume de trânsito dos percursos previstos.
Gestão de rotas e redução de custos
Lançado em 2017, o roteirizador HBSIS foi testado pela empresa LF Oliveira com resultados positivos nos processos diários. O volume das operações na revenda aumentou, enquanto o gasto de combustível (em litros) foi reduzido em 6% em maio, na comparação com o mesmo período de 2016.
Segundo Fabiana Reinert, gerente comercial da HBSIS, a solução contribui diretamente para uma gestão mais eficiente e gera resultados relevantes para toda a equipe. “O software consegue traçar rotas mais curtas, considerando o tipo de veículo, restrições de acesso e peso do caminhão, além de permitir o controle detalhado da jornada dos trabalhadores, evitando desvios trabalhistas e sobrecarga nas atividades diárias.” Reinert diz que, a partir de integrações com outras ferramentas, a solução colabora para resultados gerais no processo logístico, dando subsídios para análises mais efetivas.
Benefícios comprovados
“O roteirizador HBSIS permite uma visão detalhada e dinâmica da quantidade de repasses de cada caminhão, da dispersão de quilometragem e das especificidades de cada entrega. Com esse acompanhamento, os clientes ficam mais satisfeitos, as operações de entrega são otimizadas e a revenda ganha em produtividade e economia”, detalha Joecil Camargo, Coordenador de Distribuição da Imaruí Litoral.
A revenda, que atua no leste do estado de São Paulo, utiliza a tecnologia há aproximadamente dois meses e já registrou uma diminuição de 10% na dispersão de quilometragem. O indicador mostra a diferença entre o cálculo de rota previsto e o realizado.
Fonte http://www.revistamundologistica.com.br/noticias/tecnologia-ajuda-empresas-a-reduzir-gastos-com-combustiveis

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Fake Líder: espécie sem personalidade e inteligência emocional

Fake líder é aquele que prega uma liderança com inteligência emocional, mas é um carrasco das piores histórias da carochinha

Líder. Mais uma palavra banalizada. Esse líder de 2017. Quem é? Onde vive? Do que se alimenta? Alguém já viu? Muitas pessoas já viram. E conseguem estabelecer a diferença entre este líder e um antigo "castigador" chamado hoje em dia de chefe.

Existe uma grande diferença entre chefiar e liderar. Estar à frente de uma equipe não quer dizer necessariamente que você é um líder nato. É preciso personalidade e caráter.

Existe também o Fake Líder. Aquele que prega uma liderança com inteligência emocional, mas é um carrasco das piores histórias da carochinha.

Certa vez ouvi um desses dizendo: foi um erro grave. Vou ter que castigar a pessoa para servir de exemplo para os outros. Oi? Senhor de engenho dando umas chicotadas para "mostrar para os outros"?

Tem também aquele líder 100% incongruente que prega as ações em conjunto, o diálogo, mas quando está na frente da equipe se destempera, xingando a todos, criando um clima insuportável.

Outro exemplo de Fake Líder é aquele que diz que delegar é necessário, com um discurso todo pronto, mas que controla tudo, desde canetas, até a vida dos funcionários. Nunca admite que está errado e contrata pessoas inteligentes apenas para mantê-las sob seus comandos. Não aceita qualquer melhoria ou questionamento, vindo de quem quer que seja.

Outro tipo de falso líder é o que espalha "futriquinha" (fofocas e maledicências) entre os colaboradores para manter um tipo de controle que só existe na cabeça dele. Diz que um colega de trabalho não gosta do outro e por aí vai. Não sabe que as pessoas conversam e logo descobrem a infantilidade da criatura.

Entre as características marcantes, o falso líder fala demais, se mostra demais, parece um pavão, encobrindo uma forte insegurança de não ter a mínima ideia de como se lida com seres humanos. Quer dinheiro e poder. O negócio todo se resume em dinheiro.

A boa notícia é que o Fake Líder é uma espécie em extinção, pois a maioria tem bom senso para administrar suas emoções e julgamentos, criando um clima organizacional de confiança e foco na solução.

*Tália Jaoui é psicóloga e palestrante comportamental e Master Coach Trainer da Prime Talent Brasil. É apresentadora do programa Conexão Comportamento no Youtube e autora dos livros A Revolução do Coaching, Quando! Quando…Quando? e co-autora de A Elite do Coaching – volumes 1 e 2
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/fake-lider-especie-sem-personalidade-e-inteligencia-emocional/121285/

domingo, 17 de setembro de 2017

Nascidos após 1995 amadurecem mais lentamente, sugere pesquisa; entenda

Jovens nasceram e cresceram em ambientes mais seguros e, com uma infância mais protegida, tiveram menos experiências

Sempre conectada, a geração nascida após 1995, a "geração smartphone" tem amadurecido mais lentamente do que as anteriores. É o que afirma Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, em seu livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas de hoje estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre).
Depois de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos além de entrevistas, Twenge chegou à conclusão de que os nascidos depois de 1995 são menos propensos a dirigir, trabalhar, manter relações sexuais e ingerir bebidas alcoólicas, mas também chegam à vida adulta com menos experiências e sem um senso de independência. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem menos e não gostam de riscos", afirmou a autora em entrevista ao BBC Mundo.
A professora explicou que esses jovens nasceram e cresceram em ambientes mais seguros e, com uma infância mais protegida, tiveram menos experiências e têm dificuldades para tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores. [Eles] não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os prazeres e as responsabilidades", afirmou.
A superconectividade também tem seus efeitos: passando em média seis horas por dia conectado à internet, o jovem acaba passando menos tempo em atividades sociais, o que prejudica seu desenvolvimento. Segundo a pesquisa, isso também leva a altos níveis de ansiedade, depressão e solidão. Mas nem tudo são notícias ruins: para a autora, a "geração smartphone" é a que mais tolera diferenças e é defende ativamente direitos LGBT e da população.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/nascidos-apos-1995-amadurecem-mais-lentamente-sugere-pesquisa-entenda/121122/

sábado, 16 de setembro de 2017

Elenco do Santos reclama de logística até o Equador: “Poderia ter sido melhor”

Os jogadores do Santos não gostaram da maratona que fizeram até o Equador para o duelo contra o Barcelona de Guaiaquil, pela ida das quartas de final da Libertadores. Mesmo comemorando o empate em 1 a 1, na noite da última quarta-feira, o atacante Ricardo Oliveira cobrou a diretoria pela logística para o país sul-americano.
Logo após o triunfo no clássico contra o Corinthians, no último domingo, o elenco do Santos lanchou dentro da Vila Belmiro e partiu às 19h30 para o aeroporto de Guarulhos. Ao todo, foram 17 horas de viagem até chegar no Equador. Como não existe voo direto de São Paulo para Guayaquil, houve uma escala em Bogotá, na Colômbia.
“Eu entendo que poderia ter sido bem melhor. Já conversamos a respeito disso com a diretoria. Falo em nome do grupo. Sentimos muito a viagem. Entendemos a dificuldade do clube, mas com uma competição tão desejada, querendo avançar para a semifinal… Um esforço de todo mundo é bem-vindo. Não digo que não a diretoria não se esforça, mas vamos cobrar, sim. Uma logística melhor, com maior descanso. Sabemos a cobrança que sofremos. Não é desculpa, seríamos cobrados se perdêssemos. Se ganhássemos, falaria da mesma coisa. Saímos daqui satisfeitos. Não quero que fique ar de protesto, mas de repente um esforço melhor facilitaria um grande desempenho em campo”, disse o o camisa 9.
Elenco do Peixe não gostou de viagem até Guaiaquil (Foto: AFP)
Após o empate contra o Barcelona-EQU, Lucas Lima, que saiu sentindo dores no posterior da coxa, resumiu a viagem como ‘desumana’. O meia é dúvida para o jogo de volta, que acontece na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro.
“Estou com ele. É muito desgastante. Tem que jogar e não reclamar, mas sentimos muito. Seríamos cobrados se perdêssemos, não querem saber de viagem de 20 horas, data do jogo do Corinthians… Quando vestimos, somos cobrados pelo peso da camisa. Espero que Lucas e Bruno seja mais incômodo, cansaço, vamos ver. Falei com ele e está tranquilo (o Lucas). Dentro de todas as dificuldades, saímos com a cabeça erguida”, concluiu Oliveira.
Fonte https://www.gazetaesportiva.com/times/santos/elenco-do-santos-reclama-de-logistica-ate-o-equador-poderia-ter-sido-melhor/

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Os 4 erros no currículo que mais irritam os recrutadores

Pesquisa da Qualitá-RH revela os detalhes que mais prejudicam a avaliação de um currículo pelos recrutadores brasileiros. Veja como evitá-los

São Paulo — Currículos costumam ser fonte de frustração para muitos recrutadores. Seja por pecados na forma, seja por deslizes no conteúdo, a maioria dos candidatos acaba por produzir documentos que causam mais aborrecimento do que interesse.

“Grande parte vem com um design todo embolado, várias informações cruciais faltando, ou então detalhes excessivos”,  diz Hélio Carvalho, sócio-diretor da consultoria Qualitá-RH. O nível da maioria costuma ser tão ruim que “chega a dar desânimo”, nas palavras do recrutador.
Os mais prejudicados, no entanto, são os próprios profissionais. Mesmo aqueles que têm uma trajetória impecável e seriam perfeitos para uma determinada vaga não serão sequer considerados pelos avaliadores se não fizerem um currículo de qualidade.
Para ajudar candidatos a se apresentarem ao mercado de forma mais eficiente, a Qualitá-RH entrevistou cerca de 230 recrutadores de nível sênior sobre qual seria o modelo ideal de um currículo.
Os resultados trazem alguns erros considerados imperdoáveis pelos headhunters. Confira os principais a seguir:

1) Não incluir o campo “Objetivo profissional”

A função pretendida é considerada uma informação essencial para a triagem de currículos na visão de 71,2% dos entrevistados pela Qualitá-RH. Afinal, esse é o primeiro indicador que o recrutador levará em conta para decidir se deve continuar lendo o CV ou não.
Sem indicar seu objetivo profissional, o candidato dá a entender que está disposto a qualquer aventura só para ter um salário no fim do mês. “É importante fazer um currículo adaptado para cada vaga pretendida, e não um único documento que sirva para qualquer oportunidade”, orienta Carvalho. 
É importante ser direto, específico e sucinto. Não vale se apresentar, por exemplo, como possível “assistente/analista/supervisor/coordenador financeiro”, na ilusão de abrir mais chances de se encaixar nas necessidades do contratante. Se você pretende atuar como coordenador financeiro no seu próximo emprego, escreva apenas isso no objetivo profissional.

2) Incluir (ou omitir) o campo “Resumo”

Escrever uma síntese da sua trajetória profissional até agora não é errado — mas a pertinência dessa informação pode variar conforme o seu grau de senioridade na carreira.
Em um currículo de nível operacional, o resumo é considerado relevante por 54,4% dos recrutadores, e visto como desnecessário por 45,5%. A avaliação muda drasticamente quando cargo é de média ou alta gestão: 89,7% consideram o campo necessário e apenas 10,9% o julgam irrelevante.
É fácil entender essa distinção. Só há necessidade de resumir carreiras longas; as trajetórias que ainda são curtas não precisam de síntese. “Para um profissional de nível júnior, o resumo acaba sendo redundante”, explica Carvalho. Os dados principais podem ser facilmente apreendidos com um olhar rápido sobre sua trajetória profissional.
Já o candidato de nível sênior precisa escrever duas ou três linhas rápidas sobre si mesmo — ou obrigará o recrutador a ler todo o currículo à procura de informações básicas sobre ele.

3) Escrever tudo em texto corrido, ou tudo em tópicos

A diagramação e até as fontes que você escolhe para o seu CV têm um impacto surpreendente sobre sua atratividade. O princípio geral que deve reger a composição do documento é a simplicidade: cores sóbrias, fontes clássicas e um espaçamento confortável entre linhas e parágrafos.
Também é importante criar diferenciação visual entre cada tipo de informação. Além de usar o negrito para títulos, por exemplo, é interessante intercalar textos corridos e listas de tópicos. A preferência de 58,5% dos entrevistados pela Qualitá-RH é por resumos na forma de um parágrafo. Já as experiências profissionais devem vir como uma lista de itens, segundo 81,2%.
De acordo com Carvalho, formatar seu histórico profissional em forma de tópicos ajuda a tornar a leitura mais dinâmica. No entanto, é melhor escrever o resumo na forma de um pequeno texto. “Se você fizer tudo no formato de tópicos, o layout fica muito cansativo e repetitivo”, explica ele. 

4) Anexar uma carta de apresentação

Nada menos que 84,5% dos entrevistados consideram desnecessário escrever uma redação sobre si mesmo e enviá-la como complemento ao currículo.
“A carta de apresentação costuma vir como um 2º anexo no e-mail, o que nos faz perder ainda mais tempo”, explica o diretor da Qualitá-RH. “Além disso, costuma incluir autoelogios que não acrescentam nada para quem está recrutando”.
A dica do especialista é esperar a entrevista presencial para falar mais sobre seus valores e expectativas. Além de desnecessário, adiantá-las em formato de texto exclui a possibilidade de explorar outros recursos de comunicação para persuadir e conquistar o avaliador, tais como tom de voz e linguagem corporal.
Fonte http://exame.abril.com.br/carreira/os-4-erros-no-curriculo-que-mais-irritam-os-recrutadores/

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O novo papel da assessoria de imprensa no mundo digital

Nós, assessores, somos embaixadores das marcas na imprensa. Com esta incumbência, e, cientes da realidade de redações cada vez mais enxutas, veículos impressos reduzidos e o crescimento exponencial de canais digitais, é fundamental que nos adaptemos.
Na verdade, poucas histórias vão parar na primeira página de um veículo como o Estadão. Mas é com um bom planejamento de mídia que inclua portais, blogs, programas de TV, rádio, revistas do trade, canais do YouTube, Instagram, Facebook, dentre tantos outros meios evoluindo a toque de caixa, que se consegue aumentar a visibilidade das marcas.
O modelo tradicional de assessoria, quando se disparava o press release e aguardava o retorno do jornalista, não é mais eficaz. O trabalho de uma agência de comunicação vai muito além de soltar um apanhado de informações institucionais e passivamente esperar por um resultado. O mundo digital veio sacudir o mercado e lançar o desafio de estampar o cliente em veículos dos mais diversos, com linguagens mil e públicos variados. E é justamente neste mix encantador que mergulhei ao assumir o cargo de COO da NB Press há poucos meses. Mesclei o que trouxe na minha bagagem de 20 anos de comunicação e formação jornalística com conceitos diferentes, que fazem toda a diferença na hora de entregar o resultado final aos nossos 50 clientes. Hoje, venho aqui dividir alguns dos meus aprendizados, mas já alerto: a era digital está aí e só sobrevive quem está aberto a novas experiências . Confira:
No fim das contas, o que interessa é que a marca seja lembrada! Não é isso? De modo geral, essa é a ideia do branding. Diferentemente do que muitos pensam, esse termo em inglês não quer dizer logomarca e muito menos uma identidade. “Produtos são feitos nas fábricas, mas marcas são construídas na mente”, é o que diz Walter Landor, profissional reconhecido dentro desse segmento e que está à frente de contas como a Coca-Cola e a Levi’s. Ou seja, é o que as pessoas pensam e sentem sobre uma empresa. Assim, o intuito é que consumidores diretos e indiretos vejam o seu negócio como única saída para o que buscam. E elas chegam a essa conclusão com a ajuda da assessoria de imprensa.
Alcançar credibilidade de uma marca no mercado é fruto de muito trabalho. O primeiro passo é entender quem é a persona: com quem preciso falar e onde ela está. Por isso, montar um planejamento estratégico é indispensável, sempre com uma visão macro. Afinal, não existe divisão entre mundos on e off, já que hoje em dia esses universos estão todos conectados.
É importante saber conduzir os recursos, já que algumas das principais vertentes do digital, as quais se aplicam perfeitamente aos objetivos estratégicos do trabalho com a imprensa, ainda são pouco praticadas. SEO (Search Engine Optimization) é provavelmente o melhor exemplo disso. Com alguns truques, como hiperlink e palavras-chaves, é possível que seu site seja melhor ranqueado em sites de busca como o Google, Bing e Yahoo!.
Sendo assim, depois de criar a persona e conteúdo relevante para alimentá-la, chegou a hora de buscar quais canais serão utilizados para disseminar o que preparou. As redes sociais, com certeza, são plataformas que devem ser utilizadas para aumentar a exposição e o engajamento de forma rápida.
Outra ferramenta bastante utilizada nesse novo cenário é o branded content, responsável por gerar um maior relacionamento com o cliente. Acredita-se que a única solução comprovadamente eficaz para construir influência é por meio de conteúdos relevantes que podem vir em formato de artigos, vídeos, e-books, entre outros. Isso porque, as pessoas são bombardeadas diariamente com informações por todos os lados. Se o material não for relevante, não fisga ninguém. Por isso, quando uma agência se mantém fora desses – e outros – avanços tecnológicos e comportamentais, provavelmente, está fadada ao fracasso.
Rachel Rothier — Diretora de Operações da NB Press Comunicação, agência especializada em relações públicas com portfólio de mais de 50 clientes. Para saber mais, acesse: nbpress.com e as páginas nas redes sociais: Facebook, Instagram e Linkedin.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-novo-papel-da-assessoria-de-imprensa-no-mundo-digital/121307/

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Indústria da beleza terceiriza logística para reduzir custos e ganhar eficiência na distribuição

Mercado da beleza brasileiro investe cada vez mais na terceirização do transporte e armazenagem

indústria da beleza voltou a crescer em 2016 com vendas de R$ 102,2 bilhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). Em percentual, o crescimento no ano passado representou uma alta de 4,8% sobre o ano anterior. Nos últimos dez anos, o índice de crescimento médio do setor bateu em 10,5%. Nesse cenário, em que indústria e varejo buscam equilibrar seus custos e produtividade, a terceirização do transporte e armazenagem de produtos ganha grande importância.
Em razão disso, para reduzir custos e melhorar a eficiência logística, muitas empresas do setor de cosméticos estão terceirizando a entrega de seus produtos em todo o país, como afirma o presidente da Ativa Logística, Clóvis A. Gil. A companhia, que é referência logística para as indústrias da área, já atende mais de 200 clientes de cosméticos. Só no ano passado o portfólio cresceu 15%.
Em 2016, a Ativa Logística foi responsável pelo manuseio de mais de 1,2 milhão de kits para tratamentos de beleza e bem-estar. Foram entregues, no total, mais de 600 mil CTEs (Conhecimento de Transporte Eletrônico), emitidos para destinos em todo o Brasil. No segmento de cosméticos, a inovação e diversificação de produtos, segundo o presidente Clóvis A. Gil, tem estimulado as vendas.
Segundo Gil, com várias utilidades, como os kits para presentear, tratamento e os promocionais, com brindes ou produtos grátis, as indústrias motivam o consumidor a adquiri-los. “Além dos benefícios que os kits oferecem em termos de economia, o que também impulsiona o aumento da demanda é a praticidade de adquirir vários produtos de uma só vez. Por isso recebemos cada vez mais solicitações de serviços de montagem de todos os tipos de kits para os nossos clientes”, comenta o executivo.
De acordo com a ABIHPEC, existem no Brasil 2,6 mil empresas atuando no mercado de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC), sendo que 20 delas de grande porte, com faturamento acima dos R$ 100 milhões. A estimativa da consultoria Euromonitor é que, no período 2015-2020, deverá haver um crescimento acumulado de 14,3%, ou seja, em média de 2,7% ao ano. Essas avaliações ressaltam que, em 2020, as vendas finais ao consumidor, considerando também as taxas e impostos, assim como os mark-ups dos varejistas, poderão chegar ao patamar de R$ 115 bilhões.
Companhia marca presença na Beauty Fair – O desempenho positivo do mercado da beleza faz com que cada vez mais a Ativa acredite no segmento para aumentar o seu faturamento em 17% até o final de 2017. Para apresentar seu portfólio de serviços e as soluções disponibilizadas às indústrias do setor, a companhia participa da Beauty Fair, a maior feira de cosméticos da América Latina, que ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 9 e 12 de setembro.
Na Beauty Fair, a Ativa é a empresa responsável pelo transporte e armazenagem de produtos dos expositores do evento, realizado anualmente e é uma referência em negócios e educação com foco na beleza. Participam da Beauty Fair cerca de 500 expositores, que representam mais de mil marcas nacionais e internacionais, que priorizam o evento para apresentar os principais lançamentos do ano.
SOBRE A ATIVA LOGÍSTICA 
Com 21 anos de história, a Ativa Logística  é um dos maiores operadores logísticos de cosméticos e medicamentos no Brasil. Responsável pela movimentação de mais de 14 mil toneladas mensais em todo o território nacional, a Ativa Logística atendeintegralmente a todas as normas e resoluções da Anvisa para a armazenagem e o transporte de remédios, inclusive as constantes na portaria nº 344/98. Com uma frota de mais de 800 veículos, realiza operações para todo o Brasil, por meio de operador logístico e modal aéreo e pelas suas 17 unidades localizadas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Curitiba e Blumenau.
Fonte http://www.painellogistico.com.br/industria-da-beleza-terceiriza-logistica-para-reduzir-custos-e-ganhar-eficiencia-na-distribuicao/

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Como um líder pode motivar sua equipe sem estímulo financeiro?

Em tempos de crise, muitos gestores quebram a cabeça para motivar seus liderados. Veja como fazer isso, segundo Sofia Esteves, do Grupo Cia de Talentos

Em tempos de crise econômica, muitas empresas quebram a cabeça para encontrar formas de motivar as pessoas que integram seus times. Isso acontece porque grande parte delas está acostumada a promover a felicidade por meio de recompensas financeiras. Mas será mesmo que essa é a única forma de fazer com que um colaborador se sinta motivado e engajado?
A resposta para essa pergunta é não, por mais estranho que isso possa parecer. Claro que dinheiro é importante e as pessoas valorizam e precisam disso, porém, existem várias outras formas de motivar as equipes. Inclusive, a edição de 2017, da nossa pesquisa Carreira dos Sonhos fala justamente sobre isso: o que as empresas podem fazer, gastando pouco, para deixar as pessoas felizes. Eventos: 9 dicas da Copastur para motivar equipes a participar de convençõesPatrocinado 
O primeiro ponto importante para motivar e engajar as pessoas é trabalhar a liderança e a equipe, como um todo, para aumentar o nível de confiança na empresa e entre as pessoas. Para que isso seja possível, é fundamental entender que confiança não se ganha na declaração, mas em um processo de construção que envolve comportamentos consistentes. Ou seja, basicamente, é preciso ter coerência entre fala e prática: falar o que se faz e fazer o que se fala.
A segunda coisa que uma empresa pode fazer para que as pessoas se sintam mais felizes tem a ver com empoderamento, ou seja, elas querem poder vir inteiras para o trabalho, poder ser quem elas são e ter mais autonomia no seu dia a dia, para decidir quando, onde e com o que trabalhar.
Por último, mas não menos importante, está o valor do aprendizado e existem muitas formas de se trabalhar essa questão na empresa. Uma delas é por meio de treinamentos, que podem ser no estilo mais formal, ou não. Imagine como pode ser gratificante para o time interno se a organização opta por usar aquilo que as equipes já conhecem, já sabem e podem ensinar para mais gente. Além de ser eficiente é recompensador para as pessoas envolvidas.
Como você pode ver não é tão difícil fazer com que o time se sinta feliz e motivado, mesmo que não aja recompensas financeiras. Muito mais que dinheiro, as pessoas querem sentir que há um propósito naquilo que fazem, que o tempo que dedicam ao trabalho trará satisfação pessoal, ou seja, elas querem ter certeza de que tudo o que fazem tem algum sentido.
Olhe mais para o seu time e perceba o que está faltando para que o engajamento se instaure e a motivação aconteça. Quando você fizer isso, será muito mais fácil entender quais ações são necessárias para fazer as pessoas mais felizes.
Fonte http://exame.abril.com.br/carreira/como-um-lider-pode-motivar-sua-equipe-sem-estimulo-financeiro/

domingo, 10 de setembro de 2017

Suas definições de "outdoor" serão atualizadas depois deste vídeo

A Coca-Cola investiu em um "outdoor" surpreendente: um painel 3d robótico

Quando pensamos na Times Square, em Nova Yorque, logo imaginamos os anúncios gigantes e paineis de algumas das marcas mais famosas do mundo. Presente na praça desde a instalação de seu primeiro painel, em 1920, a Coca-Cola resolveu atualizar o seu painel e sair na frente na disputa pela atenção dos milhares de turistas e nova iorquinos que passam pelo ponto todos os dias.
Para isso, a empresa investiu em "outdoor" surpreendente: um painel 3d robótico. Cm 21 metros de altura e 13 metros de largura, ele tem 1.760 luzes de LED que se movimentam em uma coreografia programada, criando efeitos impressionantes de profundidade. 
Assista o vídeo no endereço http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/suas-definicoes-de-outdoor-serao-atualizadas-depois-deste-video/120985/

sábado, 9 de setembro de 2017

09 de setembro - Dia do Administrador

A data foi escolhida para relembrar o dia em que foi assinada a lei que regulamenta a profissão.

Bons administradores precisam saber trabalhar em grupo          
                                                        Bons administradores precisam saber trabalhar em grupo

O Administrador é o profissional capaz de sistematizar práticas para gerir uma instituição. Ele é responsável por planejar estratégias, acompanhar o desempenho das atividades, gerenciar os recursos humanos, materiais e financeiros de uma instituição. É função do profissional ainda desenvolver estratégias de mercado em nível de concorrência.
A profissão pode ser exercida em diferentes formas de atuação como, por exemplo, profissional liberal, perito judicial e assessor ou consultor. Na prática é um profissional apto para resolver questões logísticas, de marketing e de sistemas de informação, além de abordagens em grupo que exige um apurado senso de liderança.
Entre as habilidades de um Administrador é possível destacar o dinamismo, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo e resiliência para superar adversidades encontradas em empresas privadas ou instituições públicas. No Brasil a atividade de um profissional da Administração é regulamentada pela Lei N° 4.769 de 1965 que exige a prerrogativa de bacharel e o registro junto ao conselho.
Graças a Lei que foi sancionada em 09 de setembro, todos os anos se comemora nesta data o dia do Administrador, segundo a resolução CFA n° 65/68 de 09 de dezembro de 1968. Além da graduação em Administração de Empresas é possível se tornar bacharel em Administração ou Administração Pública, existem ainda cursos de especialização como os MBA em Marketing, Gestão de Pessoas, Gestão Pública e outros.
Em meados do século XVII é possível ver a presença de profissionais que exercem a função de administrador como gerentes das companhias de navegação inglesas. Em solo brasileiro o primeiro curso de graduação em Administração começou a ser oferecido em 1941, no estado de São Paulo. No ano de 2010, segundo o Conselho Federal de Administração, o curso já era oferecido por mais de 1.800 instituições de ensino superior.
Por Rafael Batista
Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-administrador.htm

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Alguém ainda quer ser chefe?

A crise de identidade pela qual passa a liderança foi tema do evento realizado por VOCÊ RH em Brasília

Como preparar os líderes do futuro considerando os desafios presentes? Com essa questão começou a discussão do Café com VOCÊ RH em Brasília, realizado em 13 de junho.
O tema não poderia ser mais propício: menos de um mês antes, a capital federal havia sido literalmente incendiada por manifestantes após a delação do empresário Joesley Batista, dono da gigante de carnes JBS, contra o presidente da República, Michel Temer, o principal mandatário do país.
A crise de representatividade havia atingido seu ápice, não apenas no governo mas em todas as camadas da sociedade, inclusive nas companhias. “Quem é a pessoa que te inspira hoje em dia?”, pergunta a editora-chefe de VOCÊ RH, Tatiana Sendin. A resposta foi nula.
Com a figura do líder em xeque, mudaram as características e o papel dos gestores, mas também o que cada um espera de quem está no comando. “Nós estamos vivendo uma transição da ética do dever para a ética do prazer. Antigamente, os líderes estavam inseridos na lógica do comando e do controle. Hoje, esse profissional deve persuadir as pessoas a segui-lo.­ Ele tem de ser um exemplo principalmente de ética”, disse Renata Subires Garcia Fernandes, gestora de pessoas e desempenho do banco Bradesco.
O Café com RH, promovido por VOCÊ RH há mais de uma década, estreou na cidade do Planalto Central em 2016 e retornou para mais uma bem-sucedida mesa de conversa com 70 executivos, a maioria de gestão de pessoas.
Além de Renata, participaram do debate Marco Tulio Zanini, professor na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape) da Fundação Getulio Vargas e consultor da Symbállein; e Glória Guimarães, diretora-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
Com metade dos presentes de organizações do setor público, a discussão enveredou para uma questão pungente: se os concursos avaliam apenas características técnicas, como transformar esses especialistas em bons gestores de pessoas? “Por muito tempo se falou na carreira em Y, porém, isso não é tão simples. Acredito que, aliado com um plano de carreira bem estruturado, é preciso um grande investimento em treinamento para formar esses potenciais líderes e identificar quem tem mais habilidades para a área técnica ou para a gestão”, afirmou Glória, do Serpro.
Uma das dificuldades é identificar quem realmente é um bom gestor de pessoas e quem é muito bom de marketing pessoal. E, de acordo com o professor Zanini, o Brasil está passando por uma mudança que vai impossibilitar cada vez mais a permanência de perfis que tenham apenas a segunda característica. “Nós aprendemos a apreciar um aspecto de direção que muitas vezes não é aquele que descrevemos. Viemos de uma lógica que não era permitido trabalhar a autonomia, mas isso vem mudando. Vamos começar a questionar essa liderança que apenas joga as tarefas para a plateia.”
Além dos desafios do agora, a discussão apontou questões do futuro. Entre elas o fato de que cada vez menos jovens desejam assumir a posição de chefia — algo que se intensifica nas instituições públicas, uma vez que o alto nível de burocratização repele ainda mais os chamados millenials. Por dentro do assunto: Como será o profissional do futuro? Veja um panorama Patrocinado 
Na tentativa de reverter esse quadro, o Serpro reduziu o expediente para 6 horas e foi a primeira empresa do governo a permitir o uso de bermudas. “Você observa que reter esses talentos é um problema, principalmente porque você tem pouca flexibilidade tanto de remunerar quanto de gerir de forma diferente. Nós estamos tentando adotar uma estratégia que vai contra essa rigidez”, disse Glória.
Por fim, o professor Zanini deixou um alerta para os executivos de RH. “Metade de minha turma quer ser empreendedora. Significa que está nascendo uma escola de empreendedorismo no Brasil. Por outro lado, o desafio será convencer as pessoas que as organizações também são boas.” As formas de fazer isso rendem mais uma boa discussão.
Fonte http://exame.abril.com.br/negocios/alguem-ainda-quer-ser-chefe/