quarta-feira, 31 de julho de 2013

Rotatividade de estoque

Rotatividade de estoqueEstoque rotativo é uma estratégia de logísticacomum empregada em pequenas e grandes lojas de varejo. Basicamente, o processo envolve a exibição de itens antigos para venda com mais destaque do que itens que foram adquiridos recentemente. A idéia por trás deste tipo de processo é fazer com que o consumidor leve os produtos mais antigos, a fim de abrir espaço para outros modelos diferentes e mais novos.

Enquanto a rotatividade de estoque é usada nos pontos de venda, a estratégia é particularmente importante quando se trata da venda de itens perecíveis, como alimentos empacotados ou frescos. Muitos itens embalados comercialmente, como cereais , enlatados e produtos lácteos, têm uma data-limite em que o produto deve ser vendido ou removido do display.

Conforme se aproxima a data de validade, os comerciantes tendem a mover esses itens para a frente das prateleiras de exposição, colocando novos produtos para trás. Para os consumidores casuais que não prestam atenção nas datas, há uma grande chance de que vão simplesmente escolher o item na parte da frente da prateleira.

Alguns fabricantes consideram a rotação de estoque essencial para a manutenção de uma imagem pública positiva. As empresas com essa mentalidade muitas vezes empregam pessoal que visitam as várias lojas que transportam seus produtos e determinam se é hora de remover os produtos mais velhos da exibição pública. Esta ação ajuda a garantir que os consumidores não comprem os produtos que estão à beira de se tornar obsoletos e, portanto, menos desejáveis em termos de qualidade ou sabor.

Quando um fabricante emprega este tipo de política, não é raro que emitam algum tipo de crédito para os proprietários das lojas para os itens que são removidos de venda ao público.
Supermercados e lojas de conveniência comumente giram o estoque em uma base contínua. Movimentação de produtos para a frente às vezes é estimulada com algum tipo de desconto sobre o preço de varejo normal. Por exemplo, um supermercado pode aplicar um desconto de até 50% em uma caixa de leite que está prestes a atingir o seu prazo de validade em um esforço para obter o máximo de lucro com o item possível.

Estoque rotativo ajuda a fazer circular as mercadorias
Giro do estoque na distribuição e no ponto de venda

Às vezes, as carnes têm seus preços reduzidos para que sejam vendidas antes que estraguem. O estoque rotativo é movido para uma posição mais proeminente nas geladeiras do que as carnes preparadas na hora, melhorando as chances de que os compradores vejam as carnes e comprem para uso dentro de um futuro próximo.

Mesmo produtos mais antigos, que não sejam degradáveis, ​​são por vezes rodados. Roupas que estão prestes a sair da estação são movidas para uma área de destaque da exposição no ponto de venda em um esforço para vender os itens antes da chegada da nova coleção.

Equipamentos de áudio, vídeo, como CDs ou programas de software, e eletrodomésticos podem ser deslocados trabalhando com a teoria que a rotação de produtos para uma área mais proeminente torna possível para vender as unidades antes de se tornarem obsoletas.

O processo de rotação do estoque é uma simples estratégia de marketing que muitas vezes pode ajudar a minimizar a perda para o comerciante, bem como para o fabricante. Ele não funciona em todos os casos, no entanto. Itens que são sazonais ou considerados modismos podem deixar de vender, mesmo quando bem visíveis e oferecidos com desconto. Além disso, os compradores experientes estão familiarizados com o conceito e, muitas vezes, chegam até um item que está na parte de trás da prateleira, desconsiderando os produtos que são exibidos na frente.

ÚNICA SAÍDA

Despertar-se para a nova realidade dos negócios

Não há outra saída, caso você realmente queira progredir e competir em condições iguais (na verdade, precisar ser melhor) com seus parceiros comerciais em todos os níveis. Falando em concorrência, ela não está mais na próxima esquina como antes, mas em todos os cantos, aí onde você está, em Nova York, Pequim, Paris ou Bangalore, na Índia. Nunca esteve tão na moda o conceito “pense global e aja localmente.”
Além de densa, mobile e oportunista, a concorrência está munida de poderosas ferramentas de gestão (armas, instrumentos) e cada vez mais preparada (conhecimento, visão de mundo). Sempre conectada com diversas formas de treinamento, presencial, a distância, individual e em grupo. Escola, Centros de Treinamentos e Universidades Corporativas. – Na sociedade do conhecimento, treinar ou treinar, eis a solução. Ficar fora do jogo você não quer, não é? – Ou quer?
Caso opte por entrar nessa desafiadora corrida sem linha de chegada, então trate de descobrir suas competências que estão armazenadas na profundidade do seu Pré Sal interior e comece a desenvolvê-las à luz do novo consumidor, treinando & praticando, treinando & praticando, treinando e praticando, sempre num crescendo, até não parar nunca mais.

Novos paradigmas. Salve o nascimento de um novo profissional: YOU CORPORATION!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Pallets termicamente tratadas

Pallets termicamente tratadas
Pallets termicamente tratadas são um tipo de pallet de madeira usado para o transporte de mercadorias especialmente tratadas para evitar que insetos ou fungos sejam transportados pela embalagem de um local para outro.


O pallet é uma estrutura de madeira que tem um sarrafo na parte superior. As ripas de madeira são espaçadas com aproximadamente uma polegada (2,5 cm) entre cada ripa, de modo que o peso dos produtos colocados em cima do estrado pode ser uniformemente distribuído e impedir que as lâminas se encurvem.

A Organização Internacional para Padronização (International Standard Organization - ISO) regula o tamanho de estrados de madeira e há 6 tamanhos aceitos mundialmente. A maioria das empresas de transporte exige pallets em conformidade com estes tamanhos ISO para que possam caber em caminhões e contêineres transoceânicos sem perder muito espaço.

Configurações de paletes padrão também funcionam melhor com empilhadeiras, já que a maioria desses equipamentos foi projetado para acomodar pallets padrão.

Tradicionalmente, uma palete de madeira é feita por uma madeira de 2x4 e pode ou não ser tratada. Em 2002, membros da Organização das Nações Unidas assinaram um tratado durante a Convenção Internacional de Proteção de Vegetais (IPPC) que estabelece que as embalagens de madeira, como paletes de exportação, devem receber tratamento térmico ou ser fumigadas.

A finalidade das paletes tratadas termicamente é prevenir que infestações de insetos, bactérias ou fungos sejam transmitidas através de materiais, já que o transporte de pallets de madeira geralmente acontece de país para país. Se não forem utilizadas pallets tratadas termicamente, o remetente pode estar sujeito a multas e seus produtos podem ser apreendidos para a destruição.

Embalagens termicamente tratadas pelo calor ou fumigação levam um carimbo com uma certificação que reduz a chance de que o embarque será retido na alfândega. Pallets tratados termicamente devem ser certificados usando NIMF 15 (requisitos de tratamento térmico). Estas exigências, que foram desenvolvidas como resultado do tratado da IPPC, oferecem orientações sobre como as empresas fazem as pallets tratadas termicamente. Embora este requisito regule apenas as remessas internacionais, muitas empresas agora usam apenas as versões termicamente tratadas.

Pallets com selo de tratamento térmico
Pallets com selo de tratamento térmico

Para criar um tratamento térmico de pallets, a madeira tem de ser aquecida a pelo menos 56º Celsius. Antes do aquecimento, a madeira usada na forma de paletes também deve ser descascada para que apenas o núcleo seja usado para fazer a embalagem. O processo de calor remove parte da umidade da madeira, o que também a torna mais resistente ao tempo e menos propensa a apodrecer.

Uma vez que o processo de secagem é concluído, um selo que ostenta a marca ISPM junto com o país de origem é impresso sobre o pallet. O tratamento térmico de paletes está agora em conformidade e disponível para envio para fora do país.


Como líderes se recuperam de uma queda

Apesar dos desafios com impedimentos na carreira, devido a um motivo ou outro, existem maneiras para que você possa voltar aos trilhos mais rapidamente depois de ter derrubado.
Não é bem como uma bola de borracha que bate e volta, já que líderes que caíram têm que se esforçar muito mais para voltarem para onde estavam antes de sua queda. Peter Barron Stark acredita que: “As pessoas resilientes não quicam de volta, elas saltam para frente”. Pessoas que são mais resistentes são realmente capazes de saltar para frente e, por causa da adversidade, emergir com mais força.
Alguma vez você já teve um grande revés? Uma recuperação de um revés pode fazer uma enorme diferença. Ao invés de desfrutar do prazer de suas realizações, esteja ciente da maneira como você responde quando o destino esvazia seus triunfos.
Resiliência é uma das principais qualidades desejadas nos líderes empresariais de hoje. Resiliência é a capacidade de se recuperar, renovar e revitalizar. Algumas qualidades das pessoas resilientes são: otimismo, integridade, apoio social, ser decisivo (tentativa de controlar apenas aquelas coisas sobre as quais eles têm controle), assumir a responsabilidade, e exercitar o autocontrole.
A velha rima infantil de Humpty Dumpty, “Humpty Dumpty sentou-se em um muro, Humpty Dumpty teve uma grande queda”, se tratava na verdade sobre o rei Ricardo III da Inglaterra, que teve um colapso mental. A ideia de ter um momento em que você pode não estar nas suas melhores condições tem seu preço sobre você. Pode levar algum tempo antes que as pessoas acreditem em você novamente.
Quando as crianças caem, elas são encorajadas a se levantar e começar de novo. Quando um líder comete um erro, eles reavaliam a situação e fazem ajustes para, também, então começar de novo. Ninguém está imune a uma queda.
Tenha Perspectiva
Manter sua reputação de liderança é importante para você, para o seu ego e autoestima e para provar aos outros que você ainda é um grande líder. Ao se recuperar depois de uma queda, como líder, você precisa entender e ser mais consciente dos pontos cegos e falhas fatais que podem levá-lo para baixo. Ao mesmo tempo, muitos líderes são resistentes ao ponto de serem capazes de entender o que e como as coisas aconteceram para que possam sacudir a poeira e começar de novo.
Grandes líderes são resilientes! Eles se recuperam de uma queda, muitas vezes, caindo em pé. As mesmas qualidades e características que o ajudaram a ascender como líder são as mesmas que o ajudam a se recuperar e seguir em frente depois de uma queda. Estas incluem: resiliência, paciência, determinação, confiança, coragem, humildade e integridade.
As chaves para se recuperar do estresse excessivo:
• Ter uma atitude positiva
• Ter uma válvula de escape ou passatempo
• Ter uma rede de apoio
Reconstruir a confiança pode ser difícil, pois a confiança é a base da cultura de trabalho de toda empresa de sucesso. Como líder, suas ações precisam ser exatamente o que você diz que vai fazer. Se suas ações são diferentes do que você diz, então a confiança não vai estar lá.
Restaure a sua reputação enquanto você entende o que aconteceu e como aconteceu. Minimize os erros e mantenha seus compromissos. Apoie suas palavras com a ação. Cuidado com a linguagem corporal, pois é também um sinal revelador de como você é com os outros.
Liderança vem com responsabilidades na realização de seus objetivos pessoais, bem como os da organização que você lidera. Há um impacto positivo esperado que justifica as decisões tomadas. O potencial para atrapalhar a sua carreira e reputação está lá todos os dias. É uma questão de como você gerencia a si mesmo no que você diz e no que você faz que fará a diferença em se você fica ou vai embora.
Autor: Dr. Neal Burgis, coach executivo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

PEDIDO DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

COMUNICADO

Ø Entrega de Requerimento com Documentos Comprobatórios de 24 à 07/08/2013;
Ø Avaliação para os alunos: dia 14/08/2013.
Ø Divulgação dos Resultados em 20/08/2013.
Obs: O aluno que solicitar aproveitamento de estudos deverá frequentar as aulas normalmente até o dia 21/08/2013.

 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:
ü Histórico do Curso (anexar)
ü      Cursou o Componente em Outra Escola (anexar)
ü   Retidos na Série
ü  Trabalha na Área (anexar Comprovante)

 SECRETARIA ACADÊMICA

O que é modelo de distribuição

O que é modelo de distribuiçãoUm modelo de distribuição é um método de envio que as empresas usam para levar seus produtos do ponto de origem até ao ponto de venda final. O tipo clássico inclui pelo menos três partes diferentes: o fabricante de bens, o distribuidor ou armazém e a loja de varejo, que representa o ponto de venda final.

Com o tempo, o modelo de distribuição pode sofrer alterações que transferem a responsabilidade dessas pessoas. Esses modelos - também chamados de cadeias de fornecimento, em alguns casos -, podem adicionar custos ou problemas adicionais para atividades comerciais normais. Mudar o estilo de distribuição pode ajudar a empresa a alcançar melhores resultados, tanto em rentabilidade como na reputação da marca.

Muitos problemas podem existir dentro de um modelo de distribuição, independentemente do tamanho, estilo ou partes envolvidas no sistema. O principal problema é o simples fato de que cada uma das partes age para seu próprio benefício.Por exemplo, o fabricante concentra-se na produção de bens com o menor custo possível. Frete ou custos de distribuição também devem ser mantidos a um mínimo para que a empresa alcance máxima rentabilidade. O atacadista ou distribuidor tenta fazer o fabricante pagar preços elevados para o transporte de mercadorias e os varejistas desejam lucros para suas próprias atividades.

O uso de um modelo de distribuição curto normalmente custa menos e resulta em menor tempo de inatividade, quando um varejista tem uma baixa de estoque. Por exemplo, um fabricante que produz um item de grande procura precisa ter um modelo de distribuição que possa fornecer o ponto de venda com frequência, a fim de maximizar as vendas.

Pagar um prêmio ou bônus para este tipo de serviço de distribuição pode não ser um problema, pois os lucros das vendas de produtos altamente demandados compensam os custos de distribuição.

Em alguns casos, uma grande empresa considera mais lucrativo ter seu próprio serviço de distribuição através do desenvolvimento de uma distribuidora que envia mercadorias para os varejistas. Este modelo pode resultar em uma sociedade com interação frequente com os clientes, devido à cadeia curta de fornecimento.

Centro de distribuição

Os varejistas também são importantes no modelo de distribuição para um fabricante. Envio de mercadorias para as lojas erradas pode resultar em clientes que não querem fazer compras nestas lojas específicas nem comprar aqueles produtos. Por exemplo, quando pequenos comerciantes não possuem muitos locais de venda em uma determinada área regional, isso significa que o cliente precisa ir mais longe para comprar oos bens.

Além disso, a venda de bens no mercado internacional requer o uso de um modelo de distribuição adequado. Criar relacionamentos com os parceiros certos pode ajudar a empresa a estabelecer laços fortes no mercado local.

10 traços notáveis da personalidade de um líder

Quando as empresas contratam nosso serviço de recrutamento e seleção de executivos para as áreas de vendas ou marketing, a liderança é sempre uma qualidade determinante para o perfil dos candidatos. Contudo, para o selecionador poder oferecer às empresas o perfil que elas exigem, ele precisa ser capaz de definir as características de liderança.
Portanto, para ajudá-lo a ter um melhor desempenho em suas próximas entrevistas, nossos selecionadores compilaram uma lista de 10 traços característicos de 44 grandes figuras de liderança:
1. Líderes sabem como lidar com a adversidade. Eles sabem que cada adversidade traz consigo a semente de um benefício equivalente. Em vez de pensar que elas poderão derrotá-los, os líderes sabem que as únicas limitações que eles têm encontram-se em suas próprias mentes, e continuam a perseguir seus objetivos.
2. Líderes criam o desejo de sucesso em seus subordinados. Ao gerenciar outras pessoas, os líderes conseguem fazê-las conquistar, individualmente, coisas que elas não acreditavam fossem possíveis, através da motivação pelo interesse sincero de seu próprio bem-estar. Líderes não exigem perfeição, mas esperam que seus subordinados alcancem objetivos que os gerentes medianos não teriam sonhado provável.
3. Líderes sabem como tomar decisões impopulares, e dar soluções definitivas de forma rápida e bem planejada. Quando necessário, são capazes de assumir uma responsabilidade pessoalmente mesmo que, de consenso, os subordinados sejam contrários. Eles são decisivos; eles não desistem.
4. Líderes não tratam todos os subordinados igualmente. Em vez disso, são oferecem reconhecimento quando é devido e, eventualmente são repreensivos quando a reprovação é também devida. No entanto, não temem cortar colaboradores de fraco desempenho, se é para o bem maior da organização.
5. Líderes são otimistas, ativos e seu entusiasmo contagia os que estão sob seu comando. Líderes não pensam em derrotas, preferem considerar os obstáculos como desafios que fazem parte do seu trabalho. Os líderes sabem que sua atitude no cargo determina o início e o fim deles, daí a importância de manterem-se otimistas no exercício das funções.
6. Líderes sonham. Edison, que foi o maior inventor do mundo, deixou de ser operador de telégrafo para escrever seu nome na história americana, porque tinha uma visão e a perseguiu, não obstante os revezes. Os líderes sabem que esses sonhos não ocorrem do dia para a noite, mas sabem também que eles devem ser difundidos claramente para todos os integrantes envolvidos.
7. Líderes sabem ouvir, conscientes de não terem todas as respostas. Contudo, obtêm toda a informação possível antes de decidir pela solução que julgarem seja a melhor. Não aceitam ideias medíocres de seus subordinados, em vez disso, exigem deles imaginação, inovação e visão.
8. Líderes são jogadores de equipe e não atuam para si mesmos. Eles atuam para o bem maior em benefício dos seus comandados e pelo sucesso da organização, não por sua individualidade, mas no exercício do cargo e agindo como um membro da equipe.
9. Líderes têm fé. Eles alimentam a crença de que se o trabalho que deve ser feito é realizado, seus objetivos serão alcançados. Enquanto muitos se desencorajam quando perseguem metas com árduas provações, os líderes têm fé que seus esforços serão recompensados e essa atitude positiva orienta, não só a eles, mas igualmente os seus subordinados. Os líderes têm fé em si mesmos, assim como em seus comandados.
10. Líderes são autoconfiantes. Eles conseguem resolver seus autoquestionamentos de modo que conduza à ação, e não a renunciá-la. Eles não só praticam a autoconfiança, mas exigem isso de si mesmos e fazem com que seus subordinados confiem em suas habilidades.
Autor: Ken Sundheim é o CEO da KAS Placement, uma empresa de recrutamento com sede em Nova York.

domingo, 28 de julho de 2013

Continue, apesar de tudo

O segredo da vida é continuar, apesar de tudo.
Ninguém bate tão pesado na gente quanto à vida, porém, só ela pode oferecer o colo que precisamos.
Vejo as pessoas desistindo porque foram abandonadas, seja lá por quem for.
Às vezes por um colega, um amigo, pelo cônjuge, pais, filhos.
Claro que a gente sente o impacto e precisa mudar os planos que havíamos traçado.
Mudamos de bairro, de casa, de estilo de vida, de companhias.
Nem sempre estamos preparados, afinal, muitas mudanças acontecem abruptamente.
Mas, o mais importante é continuar, apesar de tudo…
O amigo que se foi, quem sabe volte e peça perdão. O amor da vida que foi embora, se foi e não voltou, é porque não era o amor da nossa vida.
As pessoas que você menos esperava que te fizessem mal, se fizeram, não eram boas companhias e precisavam mesmo partir.
Até os cachorros fogem da gente, mesmo que os tratemos bem… eu mesmo já perdi três. É o jeito animal deles, que querem ser livres.
Às vezes quem vai leva a cama, as cobertas, o fogão e a geladeira. No entanto, é melhor que leve isso do que nossa dignidade, honra e alegria.
Aliás, muitos que nos abandonam deixam-nos a paz como melhor presente.
Viva a vida, apesar de tudo… ninguém que te abandone merece seu tempo, sua energia. Não merece que você gaste seu sono pedindo para que volte.
Não importa o que vão falar de você, afinal, o que os outros pensam e dizem sobre a gente é problema deles, não nosso.
Se a empresa abandonou você quando mais precisava, que bom…já sabe com que está lidando e deve procurar rapidinho um novo lugar para trabalhar.
Se seu melhor colaborador traiu sua confiança, ótimo… deixe ele com o que furtou e fique com todo o resto. Se ele levou muito, não vai longe, pois o peso da consciência é o pior de todos os fardos.
Se os filhos cresceram e foram por caminhos que você sempre indicou que não deveriam seguir, deixe que a vida dê os tapas que você sente vontade de dar. Os exemplos já não educam tanto…infelizmente, afinal, cada um, de um ponto em diante, tem o bendito livre-arbítrio. Se eles ainda são pequenos, cuide deles, ame-os, mas, nunca abandone sua vida, seus projetos, porque eles também se tornarão adultos e será terrível ouvirem dizer, um dia, quando você estiver sentado na varanda, que deu sua vida por eles… é lindo quando vivemos com eles, e não apenas para eles.
Se a esposa, o esposo, enfim, qual seja sua relação conjugal, lhe abandonou, traiu, é melhor assim. Há muitas formas de abandono: a falta de elogio, de admiração, de cumplicidade, de educação são as piores formas de abandono. O fato do parceiro (a) trocar você por coisas tão banais dói mais do que se fosse embora. A maior traição é a falta de caráter em contar que já não se ama mais, ou, pior, dizer que se ama mesmo traindo…  ainda com todo tipo de abandono, você tem que seguir, porque é a única coisa que nos faz superar todo e qualquer obstáculo.
Grande vida, tão linda, tão bela, apesar de todas as dificuldades… é preciso seguir em frente. Às vezes, dando vários passos para trás, mas, só para pegar impulso e dar um grande salto.
Troque a geladeira, compre outra, não chore pelo fogão quatro bocas quando você pode trabalhar para comprar um de seis. Não lamente dormir num colchão no chão porque alguém levou sua cama. O chão é firme e até cura algumas dores nas costas…
Troque o parceiro, a parceira, os amigos, a família… faça as malas se preciso for. Enquanto os outros estiveram te abandonando, analise o que fez de errado, e, se concluir que não é culpa sua, vibre com esses abandonos, pois a vida só dá errada quando a gente se abandona.
Lembre-se: não se importe com o que os outros dizem… isso não é problema seu.
Meu campeão, minha campeã, continue, apesar de tudo…Deus mesmo disse que quer que tenhamos vida, e em abundância… e não é abundância de sofrimento, tristeza, dores, traições… é sim abundância de… vida!
Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.

sábado, 27 de julho de 2013

O jeito certo de ser feliz

“Você não precisa ter sucesso para ser feliz,
mas precisa ser feliz para ter sucesso”
Shawn Achor
felicidade-qualidade-de-vidaNa última década, um número cada vez maior de cientistas e especialistas têm se esforçado para decifrar os segredos da felicidade. Os psicólogos querem entender o que o ser humano sente, os economistas querem saber o que as pessoas dão valor, e os neurocientistas querem ver como o cérebro humano reage a recompensas. Atualmente, mais de 200 estudos científicos, envolvendo 275 mil participantes, comprovam que a felicidade proporciona uma vantagem competitiva ao seu cérebro e à sua organização.
Uma nova disciplina tem sido recentemente desenvolvida, chamada de “a ciência da hedônica” A palavra “hedônica” foi cunhada pelo psicólogo Daniel Kahneman, que ganhou o prêmio Nobel da Economia em 2002. De acordo com estudos dessa nova disciplina, até certo nível de riqueza, o sucesso material de fato traz mais felicidade. Por exemplo, quando uma pessoa progride de um estado de absoluta pobreza e miséria até o atendimento de suas necessidades de sobrevivência, e desse nível de sobrevivência até uma vida confortável, e depois de uma vida confortável até certo grau de luxo, sua felicidade de fato aumenta. Contudo, após certo ponto, mais bens materiais não trazem mais satisfação. O que importa, a esta altura, são os chamados “fatores não materiais”, tais como companheirismo, famílias harmoniosas, relacionamentos amorosos, e uma sensação de se viver uma vida significativa.
Hoje temos, também, um novo movimento, a Psicologia Positiva. O psicólogo Martin Seligman, professor da Universidade da Pensilvânia, um dos fundadores do movimento de Psicologia Positiva, e sua equipe pesquisaram os ensinamentos de Aristóteles, Platão, São Tomás de Aquino, Buda, Confúcio, Lao-tsé, Benjamin Franklin, além dos textos do Talmude, do Antigo e Novo Testamento, do Código Samurai e do Corão. Para surpresa dos pesquisadores, praticamente todos os pesquisados, ao longo de 3 mil anos, endossavam as mesmas virtudes: sabedoria e conhecimento; coragem; amor e humanidade; justiça; temperança (autocontrole); espiritualidade e transcendência.
Diante do exposto, podemos concluir que o interesse pelo estudo da felicidade vem crescendo, em todo o mundo. Atualmente, o curso mais concorrido da melhor universidade do mundo, aborda o tema felicidade, baseado em pesquisas na área da psicologia positiva, que enfatiza a resiliência e as atitudes positivas. O curso da Harvard é desenvolvido pelo especialista Shawn Achor, autor do livro – O jeito HARVARD de ser feliz.
Com base nos sete princípios descritos por Shawn, e no livro – Felicidade Autêntica – do Ph.D. Martin Selingman, a T&G Treinamento realizará o curso – O Jeito Certo de Ser Feliz.  Durante o evento, que  será realizado dia 29 de julho, em São Paulo, os facilitadores  comentarão as principais pesquisa realizadas na área da Psicologia Positiva, procurando deixar claro o que as pessoas e as empresas bem sucedidas têm que as outras não têm.
O conhecimento sobre o benefício da felicidade já avançou muito. Será tolice as empresas, os profissionais e as pessoas não tirarem proveito desse conhecimento.
Autor: Sebastião Guimarães – guimararaes@tgtreinamento.com.br

sexta-feira, 26 de julho de 2013

A entrevista por competências – Parte 2

No post anterior falei de forma geral sobre o que é, e qual o princípio lógico de uma entrevista por competências. Agora vejamos algumas dicas sobre como se preparar para uma entrevista destas. Antes de mais nada, se sua memória não estiver fresca, vale apena dar uma olhada novamente neste textopara se lembrar exatamente o que é uma competência.
A primeira coisa a levar em conta é que sua naturalidade e espontaneidade são sempre um ponto a seu favor. Mesmo que a entrevista seja sobre fatos do seu passado, não adianta decorar respostas para meia dúzia de prováveis perguntas, por 2 motivos. Um é que você não quer se parecer com um robô (A não ser que a entrevista seja para o elenco do novo Robocop), e o outro é que sempre podem aparecer perguntas diferentes daquelas para as quais você se preparou.
Por isso o melhor mesmo é entender a forma ideal e lógica de estruturar suas respostas para responder a quaisquer perguntas que sejam feitas. Para isto quero te apresentar a técnica do CAR: Contexto – Ação – Resultado.
Tirando aquele bate papo inicial em que te perguntam o que você faz nas horas vagas e você diz que gosta muito de ler livros e praticar algum esporte, as perguntas que forem feitas para avaliar suas competências serão melhor respondidas se observarem a lógica abaixo. Vamos à cada ponto:
Contexto – Você pode chamar de situação também. É quando você inicia o relato, citando qual era a realidade específica, o desafio, ou o problema que você enfrentava naquele momento.
Ação – É exatamente o que você fez, e como fez, para resolver a situação relatada no contexto. Pode ser a resolução de um problema ou o alcance de uma meta. O importante é deixar claro sua iniciativa e inteligência (técnica ou comportamental) para resolver a situação apresentada.
Resultado – É aquilo que você conseguiu com sua inteligente ação aplicada ao contexto. O resultado não precisa ser perfeito ou o melhor do mundo, e você até pode reconhecer que não foi essa coca cola toda, o importante é dizer que você adotou o caminho mais lógico e inteligente para resolver a questão.
Agora vamos ver isto contextualizado. Vou dar um exemplo de uma entrevista pela qual passei e como respondi a uma pergunta específica:
Entrevistador: Bruno me dê um exemplo de um problema complexo que você enfrentou como coordenador de RH em um projeto e o que você fez para solucionar a situação!
Eu:
Contexto: No início do ano de 2009, durante a fase de mobilização de um grande número de pessoas para um projeto no nordeste, percebemos que os gestores das áreas de engenharia não estavam respeitando os procedimentos de RH. Não preenchiam bem as definições de perfil, não respeitavam os prazos para nos avisar das necessidades, e isto estava deixando o RH com uma imagem negativa já que nossas respostas ficavam menos assertivas e mais lentas…
Ação: Diante disso relatei a meu superior o problema e disse que gostaria de fazer uma visita ao projeto para conhecer e conversar com os gestores. Preparei uma apresentação, levantei as principais dificuldades, viajei para o canteiro de obras e passei uma semana lá. Conheci pessoalmente o gestor de cada disciplina, entendi suas dificuldades e problemas, conversei sobre a melhor forma de o RH poder ajuda-los a encontrar e integrar as pessoas ao trabalho no prazo necessário. Resumindo, mostrei a eles que nós entendemos as dificuldades e a pressa, mas que precisamos que eles respeitem nossos processos para que nós possamos atendê-los com mais agilidade e assertividade.
Resultado: Na primeira semana após a visita já percebemos uma boa mudança no comportamento dos gestores. Não foram todos, e a situação não ficou perfeita. Mas eles se sentiram ouvidos, entenderam como funciona o nosso processo e a maioria passou a colaborar, nos avisando com mais antecedência das necessidades, dedicando mais tempo a nos explicar o perfil, e enxergando o RH mais como um parceiro do que como um departamento burocrático que os enche de papéis e processos inúteis.
E então, ficou claro? Note que comecei contando o problema, depois disse o que fiz para buscar resolver e por último relatei os resultados, que não foram perfeitos mas foram positivos. O que você deve fazer é imaginar uma pergunta deste tipo para a sua realidade, tenha você a profissão que tiver. Se procurar na web também vai achar dezenas de “supostas” perguntas feitas em uma entrevista por competências.
É claro que na hora de responder ao entrevistador você não vai dizer: Olha este é o contexto… agora a ação… Por favor não faça isso!
Você deve sim cobrir estes três aspectos, mas em uma resposta contínua e de maneira natural. Não se preocupe em ter a resposta em um discurso estruturado com palavras bonitas. É natural você pensar um pouco, e o entrevistador entende isso, ele sabe que você está se recordando de algum caso real que vá exemplificar o que ele está investigando na pergunta.
Prepare-se bem, seja natural e respeite esta sequência lógica que suas chances de passar na entrevista serão tão grandes quanto sua vontade de conseguir a vaga.
Até a próxima!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

ILFC fecha com a Embraer pedido de 50 aviões E-Jet

Contrato tem um valor estimado de US$ 2,85 bilhões, a preço de lista; acordotambém contempla opções para 50 jatos adicionais

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A Embraer e a ILFC (International Lease Finance Corporation), companhia de leasing e revenda de jatos para companhias aéreas, assinaram recentemente um acordo final para a venda firme de 50 aviões E-Jet E2, sendo 25 do modelo E190-E2 e os outros 25 E195-E2.
O pedido firme tem um valor estimado de US$ 2,85 bilhões, a preço de lista. O contrato também contempla opções para 25 E190-E2 e 25 E195-E2 adicionais, o que eleva o potencial do pedido para até 100 aviões.
Os E-Jets E2 representam o compromisso da Embraer de investir continuamente na sua linha de jatos comerciais e na liderança do mercado de 70 a 130 assentos.
A primeira entrega de um dos E-Jets E2 (o E190-E2) está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2 em 2020. Mais de 950 E-Jets foram entregues até o momento. Atualmente, 65 clientes de 45 países adicionaram os E-Jets da Embraer às suas frotas.

Entrevista por competências – Parte 1

Se você ainda não passou por uma, tenha certeza de que mais cedo ou mais tarde vai acontecer. A famosa entrevista por competências – que já é famosa há algum tempinho – parece que vai se manter no estrelato por muito e muito tempo.
A razão? A entrevista por competências é uma versão, digamos, mais cientificamente embasada do que é, pelo menos na minha opinião, o mais importante instrumento de seleção conhecido até hoje: A entrevista.
Quando você passa por uma entrevista destas a coisa é bem séria, porque as perguntas que vão te fazer não são hipotéticas. Ninguém vai te perguntar “o que você faria se…”, e também não vão aceitar respostas vagas. Vão te perguntar o que você fez, em qual situação, e qual resultado obteve. A ideia é descobrir exatamente por quais vivências e situações profissionais você passou, e como você lidou com elas.
O princípio é simples: Se uma pessoa exibiu determinados comportamentos e competências no passado, parte-se do pressuposto que ela exibirá os mesmos comportamentos e competências no futuro. É 100% garantido? Não. Mas se você tiver a ideia de um método de entrevista mais assertivo, o que está esperando para ficar famoso também?
Enfim, quando a coisa não é hipotética e sim baseada em um passado concreto, sua experiência de fato passa a valer muito mais do que sua criatividade, sua imaginação ou suas boas intenções. Aliás, de boas intenções a rua está cheia não é mesmo?
É claro que você poderá dizer como foi criativo em resolver alguma problema ou encontrar alguma solução em seu passado, mas o que você relatar na entrevista deverão ser necessariamente experiências vividas. Você não tem como criar na hora. É um depoimento.
Mas vamos a um exemplo concreto:
Em vez de te perguntarem: O que você faria se tivesse que convencer uma pessoa de temperamento difícil a te apoiar em uma situação controversa” Vão te perguntar mais ou menos assim: Cite uma situação real em que você teve que convencer e conseguir o apoio de uma pessoa difícil. Qual era a situação? O que você fez e quais foram os resultados?  Travou? Pois é, você tem que puxar pela memória, e não pela imaginação.
É claro que a maneira como você usa as palavras e se expressa é importante, embora esta importância tenhas pesos diferentes dependendo do cargo. Alguém que vá lidar com o público precisa de mais desenvoltura e vocabulário do que uma pessoa que vai operar um equipamento isoladamente.
O conteúdo específico das perguntas da entrevista por competências vai variar de acordo com os cargos e as tarefas, e pode ser mais técnico ou mais comportamental dependendo do foco, mas o objetivo é um só: Observar como você se comportou em situações do passado para prever, dentro do possível, como você se comportará em situações semelhantes no futuro.
Como se preparar para isto?
Bem, isso é assunto para o próximo artigo.
Até lá!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

HOJE VOLTA ÀS AULAS 

24.07.2013


Movimentação portuária brasileira cai 0,5% no 1º trimestre de 2013

No período, terminais portuários País movimentaram 204,7 milhões de toneladas, contra 205,7 milhões em igual período do ano passado

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De acordo com o Boletim Portuário do produzido pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a movimentação de carga no conjunto das instalações portuárias brasileiras caiu 0,5% no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o mesmo período do ano anterior.
“O crescimento de apenas 1,9% do PIB em relação ao mesmo trimestre de 2012 e o déficit de US$ 5,1 bilhões na balança comercial brasileira contribuíram, em grande medida, para a queda da movimentação portuária em cerca de um milhão de toneladas no período”, avaliou o gerente de Estudos e Desempenho Portuário da Agência, Fernando Serra.
Nos três primeiros meses deste ano, as instalações portuárias do País (portos públicos e terminais privados) movimentaram 204,7 milhões de toneladas, contra 205,7 milhões em igual período do ano passado.
Na análise por natureza da carga, a movimentação de granéis sólidos alcançou a marca de 120,2 milhões de toneladas brutas, representando um crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período do ano anterior; a de granéis líquidos, 52,1 milhões de toneladas, valor 5,0% inferior ao montante movimentado no mesmo período de 2012; e a de carga geral (carga geral solta + carga geral conteinerizada), 32,4 milhões de toneladas, o que representou um aumento de 2,3%.
A movimentação de contêineres sofreu uma redução de 0,82% em relação ao primeiro trimestre de 2012; foram movimentados no período 1,9 milhões de TEUs. Porém, em termos de peso bruto, a movimentação de contêineres atingiu a marca de 20,9 milhões de toneladas; quantidade 3,52% superior à observada no mesmo período do ano anterior.
Na análise por tipo de instalação, os portos organizados apresentaram um crescimento na movimentação de 0,8%, em comparação ao primeiro trimestre de 2012, enquanto os terminais privados tiveram uma redução de 1,2% no período. No primeiro trimestre de 2013, os portos organizados movimentaram 71,3 milhões de toneladas de carga bruta, enquanto os terminais privados movimentaram cerca de 133 milhões de toneladas brutas.
Ainda de acordo com o estudo, no cenário externo, o destaque foi a desaceleração da economia chinesa, que caiu para 7,7% no primeiro trimestre de 2013, após bater 14,2% em 2007. A queda nos preços das commodities também influenciou a menor movimentação das instalações portuárias brasileiras no início deste ano, sendo observada uma redução de 5,45% do índice CRB (Commodity Research Bureau) nos dois primeiros meses de 2013 em relação ao mesmo período de 2012.
Entre os principais grupos de mercadorias movimentadas, os que tiveram maior crescimento nos três primeiros meses de 2013 foram o milho (298,3%), o açúcar (63,5%) e fertilizantes (22,1%). Entre as variações negativas destacaram-se a soja (-25,4%), bauxita (-5,7%), combustíveis e óleos minerais (-5,1%) e minério de ferro (-2,2%).